COMPROMETIMENTO DOS PODERES

As políticas de combate às drogas devem ser focadas em três objetivos específicos: preventivo (educação e comportamento); de tratamento e assistência das dependências (saúde pública) e de contenção (policial e judicial). Para aplicar estas políticas, defendemos campanhas educativas, políticas de prevenção, criação de Centros de Tratamento e Assistência da Dependência Química, e a integração dos aparatos de contenção e judiciais. A instalação de Conselhos Municipais de Entorpecentes estruturados em três comissões independentes (prevenção, tratamento e contenção) pode facilitar as unidades federativas na aplicação de políticas defensivas e de contenção ao consumo de tráfico de drogas.

domingo, 20 de julho de 2014

SINAL AMARELO PARA A MACONHA

REVISTA ISTO É N° Edição: 2330 | 18.Jul.14

Enquanto a indústria da cannabis legal cresce nos EUA, a Casa Branca se preocupa com o fato de os adolescentes desconhecerem os malefícios da droga, e o Uruguai adia seu projeto de legalização

Fabíola Perez 


A indústria da maconha, recém-legalizada e com potencial bilionário, enfrenta os primeiros problemas de ordem prática nos Estados Unidos. A liberação do uso recreativo da erva nos Estados do Colorado e Washington tem feito os governos arrecadarem milhões em impostos cobrados em cima de uma das drogas mais populares do mundo. A criação de leis para regular o mercado e a elaboração de campanhas preventivas, entretanto, não seguem o mesmo ritmo. Estimativas da consultoria ArcView Market Research apontam que as vendas legais da maconha passarão de US$ 1,4 bilhão para US$ 2,34 bilhões neste ano. Mas o vigor do mercado despertou uma preocupação na Casa Branca: um relatório nacional sobre estratégias para o controle de drogas recém-divulgado mostrou que um dos desafios mais sérios da política do governo Obama nessa área é a percepção crescente entre adolescentes de que a maconha é pouco prejudicial à saúde. A revelação mostra a necessidade de acompanhar e fiscalizar uma indústria nova e historicamente irregular. “Como a droga está sendo legalizada, é natural que a percepção dos jovens sofra alterações”, diz Lucas Maia, pesquisador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). “O uso medicinal da maconha fez com que ela perdesse o glamour e deixasse de ser uma substância, sobretudo, ligada à rebeldia e à identidade de grupos.”


ALERTA
Dos adolescentes que apresentam desempenho ruim na escola,
66% já fumaram maconha. Abaixo, loja onde a cannabis é vendida
legalmente para maiores de 21 anos nos EUA



O documento foi publicado um dia após entrar em vigor em Washington a nova legislação para abertura das lojas que comercializam a droga. No Colorado, a substância é vendida legalmente desde o início do ano. Nos dois Estados, porém, vale a regra de que só pode adquirir maconha recreativa quem tem mais de 21 anos e em uma quantidade-limite de 28 gramas. Ainda assim, milhões de americanos mais jovens têm acesso à droga. As consequências disso, segundo o relatório, são negativas. Dos adolescentes que apresentam desempenho ruim na escola, por exemplo, 66% já fumaram maconha. Para o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, Cristiano Maronna, assim como todas as drogas lícitas, o uso da cannabis requer prevenção. “Uma das regras tem de ser dificultar o acesso a menores de idade”, diz. A previsão do governo Obama é destinar para o próximo ano US$ 25 milhões em políticas contra as drogas, mas as inovações da iniciativa privada exigem políticas eficientes para conter o consumo indiscriminado. “No Colorado, surgiram produtos comestíveis de maconha com altos índices de THC, composto mais potente da maconha”, diz Maronna. “Precisa haver uma preocupação em limitar a quantidade de THC na erva.”


OPOSTOS
Mujica, presidente do Uruguai: controle total da cadeia de produção da cannabis.
Obama, presidente dos Estados Unidos: indústria nas mãos da iniciativa privada



O modelo adotado nos EUA é o oposto daquele que o presidente do Uruguai, José Mujica, deseja colocar em prática. O governo uruguaio pretende ter o controle total da cadeia de produção enquanto o governo americano deixa a comercialização e a distribuição nas mãos da iniciativa privada. Por ter uma proposta mais complexa, Mujica decidiu adiar para 2015 a legalização da maconha no país, antes prevista para ocorrer este ano. “Se fizermos tudo de qualquer jeito, assim como os EUA estão fazendo, é moleza”, disse. “Não basta tirar a nossa responsabilidade e deixar que o mercado se ajeite. Se fizermos isso, as empresas vão tentar vender a maior quantidade possível.” Maia, da Unifesp, concorda: “Sem a fiscalização necessária para controlar a ganância dos produtores, a indústria da maconha pode se transformar no que é hoje a indústria do álcool e do tabaco”, acredita.

Para os cofres públicos, a maconha legal tem trazido benefícios. Economistas da Universidade Estadual do Colorado estimam que a cannabis movimente US$ 605,7 milhões no Estado, o que geraria uma arrecadação de US$ 10,1 milhões em impostos. Com mais dinheiro em caixa, é possível investir em campanhas educacionais e ajudar os dependentes. “Os investimentos são sempre insuficientes, e os mercados regulados têm mais condições de aplicar recursos em tratamentos, conscientização e informação”, diz Luciana Boiteux, coordenadora do grupo de pesquisa em Política de Drogas e Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Um efeito colateral benéfico da legalização pode ser constatado no México. Lá, o cultivo da erva caiu drasticamente, o que impactou positivamente a luta contra o narcotráfico.



Fotos: Shutterstock; Michael Macor; MARIO GOLDMAN/AFP PHOTO; Brendan SMIALOWSKI/AFP PHOTO

segunda-feira, 7 de julho de 2014

GRÁVIDAS, USUÁRIAS DE CRACK SE PROSTITUEM PARA MANTER VÍCIO

R7 - DOMINGO ESPETACULAR - 7/7/2014

Grávidas, usuárias de crack se prostituem para manter vício no Rio; veja vídeo. O repórter especial Vinícius Dônola acompanhou a rotina de quatro dependentes químicas

Do Domingo Espetacular, com R7


Maioria dessas mulheres nem sabem sequer o pai dos bebêsReprodução/Rede Record

Uma reportagem especial de Vinícius Dônola, exibida no Domingo Espetacular, no domingo (6), mostrou o drama de quatro mulheres viciadas em drogas grávidas. Todas já foram mães outras vezes, são moradoras de rua e, frequentemente, fazem uso de entorpecentes como o crack.

As mulheres não fazem o tratamento pré-natal. Isso aumenta as chances de os bebês nascerem doentes.

Taiana não sabe quem é o pai do bebê que espera. Ela faz programa para sustentar o vício do crack e engravidou de um dos clientes.

— Eu tenho namorado, mas engravidei de um programa.

Mesmo grávida, Taiana continua a se prostituir. A mulher cobra de R$ 20 a R$ 30 reais por programa.

Por determinação da Justiça do Rio, crianças recém-nascidas dessas mães são levadas para um abrigo público, que fica em um bairro vizinho a uma das principais cracolândias do Rio.

Para Jair Braga, diretor da maternidade-escola, as mães não têm a menor condição de cuidar dos bebês.

— É muito importante que essas crianças recebam o cuidado devido e isso não pode ser oferecido por essas moradoras de rua.


R7 - 04/7/2014 às 19h49

O drama vivido por grávidas viciadas em drogas. O programa revela detalhes da ação que tira destas mulheres a guarda dos filhos recém-nascidos



Do R7

Reprodução/Rede Record

No Domingo Espetacular deste domingo (06), o drama de mulheres grávidas que não conseguem se livrar das drogas. Uma reportagem especial mostra os riscos que o vício traz aos bebês e a difícil luta destas mães para deixar de lado drogas devastadoras como o crack. E revela detalhes da polêmica ação que tira a guarda destas mães logo que as crianças nascem. A equipe do programa visita o lugar para onde são levados estes recém-nascidos.

A série sobre mitos e verdades de alimentos que fazem parte do dia a dia do brasileiro nesta semana tem como destaque uma fruta, a laranja. A atração questiona se ela realmente ajuda na digestão e se todo mundo pode tomar o suco. A reportagem mostra as diferentes variedades da espécie e dá dicas para usá-la até mesmo em pratos salgados.

O Domingo Espetacular destaca ainda as mansões milionárias e a vida de luxo dos famosos. Jardins, piscinas e quartos a perder de vista. A atração descobre onde ficam as casas mais caras que as celebridades escolheram para viver.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

DROGAS SINTÉTICAS EM RAVES NO RS

Do G1 RS 03/07/2014 14h30

Polícia desarticula quadrilha suspeita de vender drogas sintéticas em raves. Ação foi realizada pela polícia de São Leopoldo, no Vale do Sinos, RS. Segundo delegado, grupo operava nas maiores festas rave do estado.

Fábio Almeida


Mandados foram cumpridos em três lugares no início da manhã de quinta (Foto: Fábio Almeida / RBS TV)



A Polícia Civil de São Leopoldo, no Vale dos Sinos, desarticulou na manhã desta quinta-feira (3) uma quadrilha suspeita de vender drogas sintéticas em festas e raves. Na operação, cinco homens foram presos e a namorada de um deles foi detida para prestar esclarecimentos. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos e em uma lan house no centro da cidade.

Marcas utilizadas em 'balas' de ecstasy chamaram a atenção dos policiais (Foto: Fábio Almeida / RBSTV)
Marcas utilizadas em balas de ecstasy chamaram
a atenção dos policiais
(Foto: Fábio Almeida / RBSTV)

De acordo com a polícia, foram encontrados 300 comprimidos de ecstasy, 48 pontos de LSD e 15 doses de ketamina, droga conhecida como "special k". A polícia encontrou também material de divulgação das festas e uma quantia em dinheiro.

Segundo o delegado da 2ª Delegacia de Polícia de São Leopoldo, Mário Souza, o grupo operava nas maiores raves do estado, tendo como clientes pessoas de classe média alta. “Eles ajudavam na divulgação de festas promovidas na capital e na Região Metropolitana, tendo contato direto com usuários da faixa etária entre 18 e 30 anos. Muitas vezes a pessoa ia ao local comprar o ingresso e eles já vendiam também a droga”, afirma ele.

Depois das interrogações, os homens devem ser encaminhados ao Presídio Central de Porto Alegre.

Polícia apreendeu drogas durante operação no RS (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PRÍNCIPE HENRY VISITA A REGIÃO DA CRACOLÂNDIA EM SÃO PAULO

GLOBO.COM. EGO NOTÍCIAS, 26/06/2014

De acordo com jornalista Richard Palmer, herdeiro do trono real quis saber como a cidade está lidando com o problema do vício em drogas.

Do EGO, em São Paulo



Príncipe Harry e Fernando Haddad (Foto: Thiago Duran e Marcelo Brammer/AgNews)

Após participar de jantar em comemoração ao aniversário da Rainha, o Príncipe Harry visitou, nesta quinta-feira, 26, a região da Cracolândia em São Paulo, onde conhece o projeto "Braços Abertos". O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acompanhou a visita.


Segundo o jornalista Richard Palmer, que está acompanhando todos os passos de Harry pelo Brasil, o quarto na linha de sucessão ao trono real real quis saber como as autoridades da cidade estão controlando o uso da droga e como têm encontrado emprego, moradia e o tratamento necessário para os dependentes. Harry conheceu ex-usuários, que são pagos para limpar as ruas como parte da sua reabilitação.

O repórter ainda falou que a situação no local, antes da chegada de Harry, era tensa. O policiamento foi reforçado. 

O príncipe volta para Inglaterra, nesta quinta-feira, 26. Esta é a segunda visita de Harry ao Brasil. A primeira aconteceu em 2012, quando ele conheceu o Rio de Janeiro e Campinas.

Desta vez, ele esteve em Brasília, onde visitou o Hospital de Reabilitação da Rede Sarah e ainda fez canoagem com funcionários e pacientes do hospital. Ele também esteve em Belo Horizonte, onde conheceu o centro de treinamento olímpico da Inglaterra para as Olímpiadas 2016 e assitiu à partida entre a Inglaterra e Costa Rica no Mineirão.

Príncipe Harry com ex-usuário de drogas (Foto: Reprodução/ Twitter)



Príncipe Harry chega à Cracolândia para visitar projeto (Foto: Thiago Duran e Marcelo Brammer/AgNews)

Príncipe Harry chega à Cracolândia para visitar projeto (Foto: Thiago Duran e Marcelo Brammer/AgNews)

Príncipe Harry chega à Cracolândia para visitar projeto (Foto: Thiago Duran e Marcelo Brammer/AgNews)

Príncipe Harry chega à Cracolândia para visitar projeto (Foto: Thiago Duran e Marcelo Brammer/AgNews)


Príncipe Harry chega à Cracolândia para visitar projeto (Foto: Thiago Duran e Marcelo Brammer/AgNews)

Príncipe Harry no centro de comando da polícia na Cracolândia (Foto: Reprodução/ Twitter)

Príncipe Harry na Cracolândia (Foto: Reprodução/ Instagram)

UM PRÍNCIPE NA CRACOLÂNDIA


ZERO HORA 27 de junho de 2014 | N° 17842

PASSEIO REAL



A realeza britânica esteve ontem na Cracolândia, em São Paulo. Pela manhã, o príncipe Harry visitou a região, interagiu com dependentes químicos e conheceu as instalações do programa Braços Abertos, coordenado pela prefeitura, que busca oferecer dignidade aos dependentes químicos por meio de trabalho e hospedagem em hotéis da região sem obrigá-los a deixar de usar drogas.

Harry chegou acompanhado por uma escolta de 10 carros (entre seguranças e policiais federais). Conversou e tirou fotos com dependentes químicos e, depois, seguiu para o galpão dos garis contratados pela prefeitura, onde conheceu alguns dos 394 inscritos no programa. Um deles era Evandro Martins da Silva Júnior, 28 anos, que disse ter pesquisado sobre Harry antes de conhecê-lo pessoalmente:

– Sei que é filho da princesa Diana, esteve no Afeganistão e já fumou maconha.

Sem usar drogas há três meses, a gari Ieda Santos da Silva, 56 anos, foi uma das que conseguiu uma foto com o príncipe:

– Me senti muito especial. Ele fez questão de colocar a mão no meu ombro, sorrir para a câmera e me cumprimentar. Vou lembrar para o resto da minha vida.

Cerca de 30 minutos após Harry ir embora, a rotina do bairro voltou ao normal e os dependentes químicos retornaram às ruas para consumir droga na Cracolândia.


sábado, 14 de junho de 2014

FACES OCULTAS DA MALDADE


ZERO HORA 14 de junho de 2014 | N° 17828

NILSON MARIANO


DESASSISTÊNCIA SOCIAL COMBINADA com impunidade alimenta crimes e maus-tratos, dos mais rumorosos aos que, de tão corriqueiros, tornam-se invisíveis



As pessoas se horrorizam quando veem na TV as crianças feridas por bombardeios na já prolongada guerra civil da Síria, no Oriente Médio. Ficam indignadas quando alguém atira uma pedra num cachorro de rua e depois se põe a rir dos ganidos do bicho a capengar. Mas até que ponto se consegue perceber as maldades ocultas? Ou aquelas que, de tão rotineiras, já anestesiaram nossos sentimentos?

A crueldade humana é ancestral, repete-se à exaustão, mas pode assumir faces quase invisíveis – e nem por isso menos devastadoras. Um convite à reflexão foi feito no início do mês, em Porto Alegre, durante a 11ª jornada de saúde mental promovida pelo Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins (CelpCyro). A proposta foi alertar para as perversidades atuais, especialmente as silenciosas e que se alongam até virar parte da paisagem.

Presidente do CelpCyro, o psiquiatra Cláudio Meneghello Martins destaca que uma das maldades em andamento, e que parece não comover os brasileiros, é a epidemia de crack. Adverte que os 2,6 milhões de viciados no país – o cálculo é da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e inclui os dependentes de cocaína – rumam para um genocídio anunciado.

– A história mostrará esse exército de zumbis – diz Cláudio Martins, filho do escritor e psicanalista Cyro Martins (1908-1995).

Durante a II Guerra Mundial, ignorou-se o holocausto dos judeus nos campos de concentração nazistas, a humanidade demorou para notar a tragédia. Ressalvadas as proporções, Cláudio entende que miopia similar ocorre em relação aos acorrentados pelo crack. Pondera que os fantasmas do entorpecente vagando pelas cidades resultam de uma nova forma de maldade: a falta de assistência pública à saúde.

– São os maus-tratos da desassistência. Quando tiram o recurso público para a assistência, estão fazendo um maltrato geral – diz Cláudio, também diretor secretário da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).


sexta-feira, 13 de junho de 2014

NOVA APREENSÃO RECORDE DE ECSTASY NO RS

DIÁRIO GAÚCHO, 12/06/2014 | 23h43

Polícia realiza nova apreensão recorde de ecstasy no Estado. Um homem de 24 anos foi preso com 1.315 comprimidos



Foto: Divulgação / Delegacia de Homicídios de Canoas


Carlos Ismael Moreira

A Delegacia de Homicídios (DH) de Canoas apreendeu nesta quinta-feira a maior quantidade de comprimidos de ecstasy da história do Estado. É a segunda vez que o recorde é quebrado em menos de uma semana.

Um homem de 24 anos foi preso com 1.315 comprimidos nas cores vermelha e bege, além de R$ 2,5 mil, por volta das 17h, quando embarcava na estação do Canoas do trensurb, com destino à Capital.

De acordo com o titular da DH de Canoas, delegado Marco Antônio Guns, o homem teria escolhido o horário da estreia da Seleção Brasileira no Mundial por acreditar que não haveria policiamento. Após receber uma denúncia, contudo, os agentes capturaram o suspeito.

— Todos os elementos informativos iniciais apontam que a droga iria abastecer a fan fest em Porto Alegre — afirmou Guns.

A droga estava embalada em uma folha de um jornal do Rio de Janeiro e a polícia suspeita que os comprimidos tenham sido trazidos daquele Estado. Segundo o delegado, o preço de cada unidade pode variar de R$30 até R$100.

O preso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Canoas para registro do flagrante e, depois, levado para o Presídio Central de Porto Alegre.

A maior apreensão de ecstasy no Estado havia sido realizada na noite de sexta-feira. Agentes do Denarc prenderam um homem de 38 anos, no Bairro Ouro Branco, em Novo Hamburgo, com 916 comprimidos nas cores laranja, bege, rosa e vermelha.